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Vamos começar pelas empresas

17.02.18 | João Massena

 

Não poucas vezes defendi que as mudanças de paradigma encontram nas empresas um meio fácil e facilitador.

Passamos mais tempo no emprego do que em qualquer outra atividade e por isso, ele, o emprego, acaba por nos moldar, tanto nas práticas da arte como no modo como nos relacionamos com a sociedade.

Somos animais de hábitos.

Noticia do Jornal Economico diz-nos qual a expressão, para as marcas automóveis, das vendas para as frotas.

E é grande.

Entre os 60% da BMW e os 30% da Renault, são muitas viaturas. E se considerarmos que as viaturas que fazem parte das frotas servem para servir e por isso tendem a circular mais do que viaturas privadas, então estas têm uma grande expressão social.

 

Se queremos mudar hábitos de condução e de compra, nada melhor que começar pelas frotas.

Para as empresas, existem dois argumentos de peso: mais lucro; menos despesas.

Para o Estado, para um Estado que tenha por objetivo ampliar o parque automóvel elétrico, nada melhor que que incentivar as empresas a mudarem as suas frotas, senão na totalidade, pelo menos parcialmente, para viaturas hibridas e/ou elétricas.

 

Contas feitas, apesar de para o Estado um incentivo representar um custo, para o país, como um todo, é uma mudança de hábitos e mais do que isso, uma diminuição considerável na aquisição de combustíveis sólidos e consequente desequilíbrio da balança comercial.

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